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História do Brasil

JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA – O PATRIARCA

Assim como todas as famílias nobres europeias e da elite brasileira, os Andradas arranjavam os casamentos dentro da própria família, pois assim evitavam a divisão de bens e mantinham o poder dentro da família. Era muito comum tios contraírem matrimônio com suas sobrinhas, ou primos se casarem entre si.

Nascido na Vila Santos, no dia 13 de junho de 1763, José Bonifácio de Andrada e Silva era descendente de uma das famílias mais ricas de São Paulo. Sua família paterna era composta pelos mais ilustres médicos, padres e coronéis. Seu pai se chamava Bonifácio José Ribeiro de Andrada, conhecido como Coronel Bonifácio, casado com sua prima Maria Bárbara da Silva, juntos tiveram 10 filhos.

Coronel José Ribeiro e Ana Silva Borges, avós paternos de José Bonifácio.
Maria Bárbara da Silva e Coronel Bonifácio José, pais de José Bonifácio.

O primogênito foi o Padre Patrício Manuel de Andrada e Silva nascido em 1760, que foi Vigário da Vara e Paróquia de Paranapanema e, mais tarde, Vigário interino de Conceição de Itanhaém. Em Santos Padre Patrício, irmão mais velho de José Bonifácio dedicou-se ao comércio e à lavoura e tornou-se rico proprietário. Patrício ocupou os
cargos de eleição popular, como Vereador à Câmara da vila
e membro da Mesa Administrativa da Santa Casa de Misericórdia .

O segundo filho de Dona Maria Bárbara e do Coronel Bonifácio foi José Antônio de Andrada e Silva que posteriormente teve seu nome trocado para José Bonifácio de Andrada e Silva, não sabemos porquê os pais de José Bonifácio trocaram seu nome.

A terceira filha foi Bárbara Joaquina de Andrada nascida em 1766, que se casou com o capitão-mor Francisco Xavier da Costa Aguiar, comandante militar da praça de Santos, que era comerciante.

A quarta foi Ana Marcelina Ribeiro de Andrada nascida em 1768, foi casada com o Tenente Coronel José Carvalho da Silva, que, em Santos, foi
negociante. Uma filha deste casal, Dona Ana Josefina, casou-se com seu tio, o Conselheiro Antônio Carlos.

Ana Josefina casou-se com seu tio Antônio Carlos, irmão de sua mãe Ana Marcelina.

O quinto foi Bonifácio José nascido em 1769, que viveu em Santos, sem qualquer atuação que o destacasse do meio social. Trabalhou na Câmara da vila, exerceu o cargo de Almotacé. Faleceu solteiro sem deixar filhos.

O sexto foi Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva, nascido em 1773, era um grande orador. Casou-se com sua sobrinha Ana Josefina, filha de sua irmã Ana Marcelina.

Antônio Carlos se casou com a filha de sua irmã, chamada Ana Marcelina.

Assim como todas as famílias nobres europeias e da elite brasileira, os Andradas arranjavam os casamentos dentro da própria família, pois assim evitavam a divisão de bens e mantinham o poder dentro da família. Era muito comum tios contraírem matrimônio com suas sobrinhas, ou primos se casarem entre si.

O sétimo foi Martim Francisco Ribeiro de Andrada, nascido em 1775, foi homem de ciência, parlamentar e Ministro de Estado. Martim Francisco se casou com sua sobrinha, filha de José Bonifácio, chamada Gabriela Frederica.

Gabriela Frederica casou-se com seu tio Martim Francisco, irmão de seu pai José Bonifácio.

A oitava foi Úrsula, nascida em 1776 e falecida ainda na infância. Algumas fontes citam um menino falecido ainda na infância.

O nono filho foi Francisco Eugênio de Andrada nascido em 1778, que tornou-se comerciante. Faleceu solteiro, em Santos, deixando um filho que veio a casar-se com Narcisa Cândida, filha bastarda do José Bonifácio.

Narcisa Cândida, filha bastarda de José Bonifácio casou-se com seu primo em 1º grau.

A irmã caçula dos Andradas foi Maria Flora Ribeiro de Andrada, nascida em 1779 que teve a honra de ser a camareira-mor da Imperatriz Leopoldina, não casou e não teve filhos, faleceu solteira aos 87 anos.

Dona Maria Bárbara, mãe dos irmãos Andradas, foi descrita como uma senhora muito amável e gentil, apelidada como “Mãe da Pobreza” por conta de suas doações aos pobres e enfermos que habitavam a vila de Santos. Foi ela mesma que ensinou a seus filhos as primeiras letras do alfabeto. Morreu Dona Maria Bárbara em 1821 sem ter tido o orgulho de ver a brilhante atuação de seus três filhos na política brasileira.

A educação de José Bonifácio e seus dois irmãos mais conhecidos Martim e Antônio foi iniciada ainda na vila Santos como já foi citado, em seguida os irmãos foram estudar em São Paulo. Como não existiam Universidades no Brasil, os irmãos Andradas partiram para a Europa dando início as suas graduações na renomada Universidade de Coimbra.

Universidade de Coimbra

Nessa época Bonifácio tinha 21 anos de idade, era um costume que as famílias da elite paulista enviassem seus filhos para estudar na Europa. Lá o jovem santista conseguiu se formar em direito e filosofia aos 25 anos de idade, deu continuidade aos estudos e se especializou em diversas matérias como matemática, história natural e mineralogia. Se destacou entre os alunos e foi patrocinado pela Coroa portuguesa que arcou com os custos de suas viagens científicas pela Europa. Durante essas viagens científicas José Bonifácio foi aluno do conceituado mineralogista Abraham Gottlob Werner e fez amizade e conviveu com muitos naturalistas famosos como por exemplo Alexander von Humboldt.

Na Suécia e Noruega o jovem santista visitou usinas de ferro e prata, Bonifácio escreveu sobre suas experiências em um documento que foi publicado em francês e inglês posteriormente. Nesse documento, ele fez a descrição física e química de 4 novos minerais nunca estudados e outro 8 já conhecidos. Ele tornou-se o descobridor da petalita, espodumênio, criolita e escapolita, sendo que a petalita possibilitou a descoberta do elemento lítio, fazendo com que José Bonifácio tornasse o único brasileiro a descobrir um elemento químico indiretamente.

Em 1868 o mineralogista estadunidense James Dwight Dana homenageou José Bonifácio ao nomear uma granada de ferro e cálcio como Andradita, uma alusão ao sobrenome Andrada.

Na Europa, José Bonifácio conheceu e casou-se com uma jovem irlandesa chamada Narcisa Emília O´Leary, que era cerca de seis anos mais jovem que o noivo. Com Narcisa, Bonifácio teve duas filhas: Carlota Emília nascida em 1790, que casou-se com Comendador Alexandre Antônio Vandelli. Os Vandelli viveram no Rio de Janeiro e deles descendem os Vieira Souto e os Oliveira Coutinho.

Carlota Emília de Andrada, filha primogênita de José Bonifácio, casou-se com Alexandre Antônio Vandelli, que assim como seu sogro, também se interessava por química e naturalismo.

A segunda filha de José Bonifácio e Dona Narcisa foi Gabriela Frederica Ribeiro de Andrada nascida em 1798. Gabriela se casou com seu tio Martim Francisco. Bonifácio era um pai muito cuidadoso e carinhoso, diversos são os relatos que afirmam que ele adorava crianças e as tratava muito bem.

Entretanto o patriarca era um namorador incorrigível, adorava sair nas noites para dançar e namorar. Como resultado acabou tendo uma filha bastarda nascida em 1800 que recebeu o nome de Narcisa Cândida em homenagem a sua esposa. Foi justamente esse amor paternal fez com que ele raptasse sua filha bastarda e a entregasse a sua esposa Narcisa para educá-la junto as duas filhas legítimas.

José Bonifácio e suas três filhas

Bonifácio era um homem extremamente inteligente e além de tudo poliglota. Falava fluentemente seis idiomas e compreendia outros cinco, totalizando onze idiomas.

Ele fez uma especialização na respeitada Academia Mineralógica de Freiberg, na Saxônia. Bonifácio estava em Paris quando estourou a Revolução Francesa, então decidiu voltar para a Universidade de Coimbra, dessa vez não mais como aluno, mas sim como professor. Ele passou a dar aulas e a auxiliar o governo lusitano no que se dizia respeito ao declínio da extração de ouro e pedras preciosas no Brasil.

Em 1808, quando José Bonifácio estava com 45 anos, os franceses invadiram Portugal, e ele se alistou no Corpo de Voluntários Acadêmicos para lutar ao lado dos portugueses, nesse episódio Bonifácio se destacou como líder e foi elevado ao posto de comandante.

Depois de se aposentar dos valorosos serviços prestados a Coroa Portuguesa, José Bonifácio conseguiu a aprovação de Dom João VI para voltar ao Brasil. Chegou aqui junto com sua esposa e três filhas em 1819. Nessa época o sábio contava com 56 anos dos quais 35 tinha vivido na Europa.

Condições de compartilhamento: Permitimos o compartilhamento do texto, ou parte dele, desde que cite a fonte desta forma:
RIBEIRO, Sabrina. José Bonifácio de Andrada e Silva – O Patriarca. Canal Apaixonados por História – Professora Sabrina Ribeiro, São Paulo, 2 de outubro de 2020. Disponível em:
https://apaixonadosporhistoriacanal.com/2020/10/02/jose-bonifacio-de-andrada-e-silva-o-patriarca/

Ao chegar em sua terra natal, José Bonifácio decidiu se dedicar a sua verdadeira paixão, a Mineralogia. Ao lado de seu irmão Martim Francisco, partiu para São Paulo, afim de estudar minerais no interior paulista. Devido seu notável espírito de liderança, José Bonifácio acabou organizando as eleições de 1821 ao lado do governo paulista.

Era um homem muito sábio e culto, mas que não dispensava convites para bailes e festa, como já dissemos José Bonifácio adorava sair nas noites cariocas para dançar e paquerar mulheres. Sabemos que o estilo musical preferido do sábio Andrada era o lundu, uma dança e canto de origem africana introduzido no Brasil provavelmente por escravizados trazidos de Angola.

♪ Ouça a música “Ser encantado – Lundu Marajoara” Grupo Cheiro do Pará ♫ Composição de Daniel Miranda.
Lundu, obra de Johann Moritz Rugendas.

Sua esposa Narcisa criou suas filhas com todo amor e carinho, incluindo a menina bastarda. Sobre o casal, Maria Graham anotou:

“Não há lugar em que possa passar meia hora com mais prazer e proveito do que na família deste ex-ministro. Sua mulher é de origem irlandesa, uma O’Leary, senhora da maior amabilidade e gentileza, realmente admiradora do valor e do talento do marido; e todos os sobrinhos e outros parentes que ali encontro, revelam-se superiores, em educação e conhecimentos, à maior parte das pessoas que vejo.”

“[…] Para comigo, como estrangeira, (Bonifácio) foi da maior cerimônia ainda que delicadamente polido, e conversou sobre todos os assuntos e de todos os países. Ele visitou a maior parte dos da Europa.”

“Sua biblioteca estava bem provida de livros em todas as línguas. A coleção de química e de mineração é particularmente extensa e rica em autores suecos e alemães. Estes são realmente assuntos de peculiar interesse para o Brasil e foram naturalmente de primeira plana para ele. Mas seu encanto é a literatura clássica. Ele próprio é poeta, e não de ordem inferior. Talvez meu conhecimento de português não me dê autoridade para julgar quanto ao veículo da linguagem de sua poesia; mas se a elevação do pensamento, as combinações novas e belas, a aguda sensibilidade e o amor da beleza e da natureza são essenciais à poesia, os poemas que ele me leu hoje possuem tudo isso.

Maria Graham (Maria Dundas Graham Callcott) Escritora britânica.

Na Europa José Bonifácio ficou conhecido por conta de seus trabalhos sobre mineralogia, no Brasil ficou conhecido por sua excepcional atuação política no processo de Independência do Brasil, ao lado de seus irmãos e da Princesa Leopoldina, é claro. Juntos eles arquitetaram e convenceram o Príncipe Regente Dom Pedro a ficar no Brasil e proclamar a Independência. Tornou-se o principal conselheiro e ministro do Imperador Dom Pedro I. Além disso, os irmãos Andradas, Antônio e José Bonifácio e Martim eram políticos honestos.

Sobre a aparência de José Bonifácio a escritora Maria Graham deixou registrado:

“É um homem pequeno, de rosto magro e pálido. Suas maneiras e sua conversa impressionam logo o interlocutor com a ideia daquela atividade mental incansável e que mais parece consumir o corpo em que habita.”

Relato de Maria Graham, escritora britânica.

A escritora inglesa conviveu com “o Patriarca” e deixou um relato sobre o quanto Bonifácio era querido pelas crianças:

“Encontrei-o cercado de moços e crianças, algumas das quais ele punha nos joelhos e acariciava; via-se facilmente que era muito popular entre a gente pequena.”

Maria Graham

Outro episódio é contado, dizem que José Bonifácio se dirigiu a pequena Princesa Maria da Glória, futura Rainha de Portugal, filha primogênita de Dom Pedro I e Dona Leopoldina e balançando a cabeça da pequena rainha, o sábio afirmou: -Tem muito juízo nessa cabecinha!

Princesa Maria da Glória, filha primogênita de Dona Leopoldina e Dom Pedro I. Futura Rainha Maria II de Portugal

José Bonifácio e a Imperatriz Leopoldina desenvolveram uma amizade muito bonita e sincera, talvez porque ele era um dos únicos que falava alemão fluentemente na corte e também compartilhava o gosto por ciências naturais com a Imperatriz.

Se você quiser saber mais sobre o interesse da primeira imperatriz do Brasil por mineralogia e botânica assista o vídeo “Leopoldina: A Imperatriz Cientista

CANAL APAIXONADOS POR HISTÓRIA – PROFESSORA SABRINA RIBEIRO

Dona Leopoldina via Bonifácio como um sábio a quem devia respeito, ele era como uma figura paterna para ela. Além disso a família Andrada era inimiga política da Família Castro, da qual Domitila era descendente. José Bonifácio e Domitila de Castro se odiavam.

Quando foi organizada a primeira Assembleia Nacional Constituinte do Brasil, em 1823. José Bonifácio apresentou um Projeto de Lei, que tratava da gradual extinção do regime escravista no Brasil. Em sua representação, ele tentou convencer os outros parlamentares – representantes da aristocracia rural – dos benefícios econômicos e sociais que o país teria se, progressivamente, os negros fossem libertados e inseridos em um sistema de trabalho livre.

O projeto de José Bonifácio tinha como principais objetivos:

  • Acabar com o tráfico negreiro em, no máximo, cinco anos;
  • Facilitar as condições de compra de alforria por parte dos escravizads;
  • Acabar com os castigos físicos;
  • Conceder pequenas faixas de terras para que os ex-escravizados pudessem produzir e prosperar.
José Bonifácio de Andrada e Silva, por Benedito Calixto

O projeto não foi aprovado por uma razão muito específica: a Assembleia Constituinte de 1823 foi dissolvida e José Bonifácio, que protestou contra a medida, foi preso e depois deportado, só retornando ao país anos depois. Seu projeto caiu no esquecimento porque, além de tudo, não despertava nenhuma simpatia na aristocracia rural escravista do Brasil da época, sobretudo porque não havia interesse pleno em um projeto de Estado ou em um projeto de Nação.

José Bonifácio sonhava com um Brasil moderno e civilizado. Além de tentar abolir a escravidão 65 anos antes da Lei Áures, ele sugeriu a civilização dos indígenas, reforma agrária, povoamento do sertão brasileiro e a construção de uma capital no interior do Brasil 137 anos antes da fundação de Brasília.

Bonifácio regressou ao Brasil em 1829 após se reconciliar com o Imperador Dom Pedro I que 2 anos depois, em 1831 acabou abdicando em favor de seu filho Dom Pedro II, na época com 5 anos de idade. Dom Pedro I sabia que José Bonifácio se dava muito bem com crianças e seria um ótimo tutor, por isso confiou o herdeiro aos cuidados de José Bonifácio. Por dois anos o velho Andrada educou e cuidou do futuro Imperador, caçula da falecida Dona Leopoldina, mas em 1833, Bonifácio foi destituído de seu cargo pelo regente Diogo Feijó.

Aos 70 anos José Bonifácio já viúvo abandonou a vida política e passou seus últimos anos na Ilha de Paquetá, na baía de Guanabara. Faleceu no dia 6 de abril de 1838 aos 74 anos. Tendo deixado um volume de poesias avulsas publicadas em 1825, estudos mineralógicos e sendo lembrado eternamente como o patriarca da Independência do Brasil.

Casa de José Bonifácio, na Ilha de Paquetá

Ao longo de sua vida, se destacou como poeta, naturalista e estadista. José Bonifácio de Andrada e Silva é lembrado como o mais ilustre de todos os brasileiros e por isso sua história deve ser compartilhada.

ASSISTA O VÍDEO NO CANAL APAIXONADOS POR HISTÓRIA:

FONTES & LIVROS: MultiRio. José Bonifácio. Disponível em: http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/jose_bonifacio.html

Programa homenageia Memória de José Bonifácio de Andrada e Silva – ALESP. Matéria de Beth Avelar. Disponível em: https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=336612

D. Leopoldina – A história não contada. Autor: Paulo Rezzutti. Editora: Leya

As vidas de José Bonifácio. Autora: Mary del Priore. Editora: Estação Brasil. Disponível em: https://historiahoje.com/um-casamento-fora-do-comum/

José Bonifácio: Arquiteto da Independência – ALESP. Disponível em: https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=295794

Arquivo Nacional – Mapa, Memória da Administração Pública de São Paulo. José Bonifácio de Andrada e Silva. Disponível em: http://mapa.an.gov.br/index.php/publicacoes/70-assuntos/producao/publicacoes-2/biografias/431-jose-bonifacio-de-andrada-e-silva

PDF – Revistas USP – A família do Patriarca. Artigo de Luís Carlos Sampaio de Mendonça, do Colégio Brasileiro de Genealogia. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/download/122127/118882

Academia Paulista de Letras – PATRONOS: Martim Francisco Ribeiro de Andrada. Disponível em: http://www.academiapaulistadeletras.org.br/patronos.asp?materia=148

Novo Milênio. Histórias e Lendas de Santos “Os Andradas”. Disponível em: https://www.novomilenio.inf.br/santos/h0184.htm

História do Mundo: A escravidão no Brasil poderia ter sido abolida antes de 1888? – Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/a-escravidao-no-brasil-poderia-ter-sido-abolida-antes-1888.htm

Hora do Povo: Maria Graham no Brasil: Maria Quitéria, José Bonifácio e o alvorecer do país. Disponível em: https://horadopovo.com.br/maria-graham-no-brasil-maria-quiteria-jose-bonifacio-e-o-alvorecer-do-pais/

Por Apaixonados por História - Professora Sabrina Ribeiro

O Canal Apaixonados por História foi criado no dia 11 de janeiro de 2020 pela historiadora, pesquisadora e Professora Sabrina Ribeiro.

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