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IMPERATRIZ AMÉLIA DE LEUCHTENBERG (PARTE II) A IMPERATRIZ ROSA

D. Amélia sofreu muito com enjoos no navio e logo após descobriu que estava grávida de três meses, ela engravidou durante a viagem a Minas Gerais, portanto, segundo as leis da época a criança em seu ventre seria considerada brasileira, pois tinha sido concebida em solo brasileiro.

Essa biografia será dividida em duas partes, a primeira parte contará como foi o início da vida da Imperatriz Amélia de Leuchtenberg, sua vinda ao Brasil e sua partida para a Europa. De 1812 até 1831. A segunda parte contará como foi sua vida na Europa de 1831 até 1873. Você está lendo a Parte II.

DE VOLTA A EUROPA

Após a abdicação do Imperador do Brasil, Dom Pedro e Dona Amélia deixavam de ser imperadores do Brasil e tornaram-se Duques de Bragança. Lembrando que no Brasil o Imperador era conhecido como Dom Pedro I, mas em Portugal ele é chamado de Dom Pedro IV.

D. Amélia sofreu muito com enjoos no navio e logo após descobriu que estava grávida de três meses, ela engravidou durante a viagem a Minas Gerais, portanto, segundo as leis da época a criança em seu ventre seria considerada brasileira, pois tinha sido concebida em solo brasileiro.

A CAUSA DA RAINHA BRASILEIRA

Antes de prosseguirmos com o documentário é necessário explicar a causa da rainha. Quando a primeira filha de Dom Pedro e Dona Leopoldina nasceu em 1819 o Brasil era um apenas um Reino de Portugal, dessa forma todos os cidadão que nascessem nas terras pertencentes a Portugal eram considerado cidadãos portugueses. Pois bem, a Princesa Maria da Glória nasceu três anos antes da Independência do Brasil, dessa forma ela era considerada uma cidadã portuguesa herdeira do trono português.

Dom Pedro I decidiu prometer sua filha em casamento a Dom Miguel, seu irmão mais novo. Na época era muito comum o casamento entre parentes, pois dessa forma as dinastias manteriam o poder dentro da família.

Essa prática era comum entre os reinos, como por exemplo Dona Maria I rainha de Portugal que havia se casado com seu próprio tio. Ou até mesmo nas famílias da elite brasileira, como o próprio José Bonifácio que prometeu sua filha Gabriela Frederica em casamento a seu irmão Martim Francisco. Casamento entre pessoas da mesma família era algo amplamente praticado na Europa e no mundo naquela época.

O plano de Dom Pedro I era o seguinte, enquanto sua filha a Rainha Maria II ia crescendo quem iria governar seria seu esposo, o Rei consorte Dom Miguel. O casamento só iria ser consumado quando a menina atingisse a idade necessária e ela só assumiria o governo após os 15 anos de idade. Tudo isso foi combinado e Dom Miguel aceitou a proposta de governar Portugal até sua sobrinha esposa atingir a maior idade, entretanto Miguel rompeu o tratado que tinha feito e usurpou o trono que pertencia a Rainha Maria II por direito.

A Rainha que havia sido mandada para Portugal para receber uma educação portuguesa, acabou sofrendo um golpe e voltou ao Brasil, sem mesmo ter conseguido colocar os pés em Portugal. Tudo isso aconteceu entre julho de 1828 e agosto de 1829.

Após a abdicação, Dom Pedro decidiu ir a Portugal lutar contra seu irmão Dom Miguel para colocar sua filha a Rainha Maria II de volta no trono.

Após saírem do Brasil, Dona Amélia, Dona Maria II e Dom Pedro IV foram para a Inglaterra, pois lá existiam muitos refugiados liberais que apoiavam Dom Pedro IV e sua filha.

Entretanto Londres era um lugar com um custo de vida muito alto, então eles penhoraram todas as joias da Duquesa Amélia de Leuchtenberg, incluindo suas joias de família para financiar a guerra contra Dom Miguel. Tentando economizar ao máximo a família se mudou para Paris, pois além de ser mais barato, eles tinham o apoio do Rei Luiz Filipe e da Rainha Maria Amélia, o rei era liberal e apoiava a Rainha Maria II.

Da França Dom Pedro IV organizou uma expedição para retomar a Portugal partindo das ilhas dos Açores.

No dia 30 de novembro de 1831 Dona Amélia deu à luz a uma linda princesa, que recebeu o nome de Maria Amélia de Bragança, em homenagem a Rainha Maria Amélia de Nápoles e Sicília. Por ser filha da Imperatriz Rosa a menina ficou conhecida como Princesa Flor.

A Duquesa Dona Amélia, a Princesa Maria Amélia e a Rainha Maria II viveram em Paris entre 1831 e 33 enquanto D. Pedro IV lutava bravamente em Portugal contra seu irmão Miguel.

Finalmente em setembro de 1833 Dom Pedro venceu a guerra. Com Miguel derrotado e exilado, D. Pedro IV e sua família estabeleceram-se em Portugal.

O casamento por procuração entre Dom Miguel e a Rainha Maria II foi feito em 29 de outubro de 1826 e declarado nulo em 1 de dezembro de 1834 sem nunca ter sido consumado.

A MORTE DE DOM PEDRO IV E O LUTO

A vida agitada do rei soldado havia minado sua saúde, ele contraiu tuberculose na guerra e após sofrer muito faleceu em 24 de setembro de 1834.

Dom Pedro e Dona Amélia conviveram por pouco tempo, dos 5 anos de casados somente 3 juntos. Não deu tempo dela se decepcionar com ele, mas hoje sabemos que apesar de jurar amor e fidelidade, Dom Pedro não foi fiel a sua esposa, a prova disso foi o nascimento de um filho bastardo de Dom Pedro com uma freira sineira da ilha terceira dos Açores. Ele engravidou a moça durante a guerra, nessa época Dona Amélia estava na França e jamais descobriu isso.

A Duquesa Amélia ficou viúva com apenas 22 anos, depois disso ela não se casou e mudou-se para o Palácio das Janelas Verdes, guardou o luto, usando sem cessar vestimentas pretas até o fim de sua vida.

Dom Pedro deixou herança para todos seus filhos, legítimos e bastardos. Provavelmente foi após a morte de seu esposo que Dona Amélia descobriu a existência da pequena Duquesa de Goiás, que passou a receber a atenção e os cuidados de sua madrasta e da duquesa Augusta. No testamento, Dom Pedro pediu que Dona Amélia entrasse em contato com a Marquesa de Santos, para que sua última filha com o Imperador também fosse mandada para Paris. Dona Amélia enviou cartas para Domitila fazendo o pedido de Dom Pedro, mas a Marquesa ignorou todas as cartas e nunca respondeu Dona Amélia. Provavelmente Domitila não queira perder sua outra filha. Vale lembrar que a Duquesa de Goiás foi separada de Domitila quando tinha apenas 5 anos, depois disso mãe e filha nunca mais se viram, além disso Dom Pedro mentiu para a menina bastarda, disse que sua mãe havia falecido no parto e que ela era apenas filha dele. A pequena Isabel Maria viveu uma mentira por toda sua vida, entretanto ela descobriu tudo através de cartas anônimas, mas isso é assunto para outro vídeo.

A bela viúva Amélia dedicou-se as obras de caridade e à educação da filha e da enteada. A Princesa Maria Amélia demonstrou possuir grande inteligência para a música e matemática.

Apesar de viverem em território luso, Dona Amélia e a Princesa Maria Amélia não eram consideradas membros da família real portuguesa. Então a antiga Imperatriz solicitou ao Império brasileiro o reconhecimento dela e de sua filha como membros da família imperial brasileira, entretanto D. Pedro II era menor de idade e o Brasil era governado por uma Regência, que temia a influência da imperatriz-viúva nos negócios de brasileiros.

A regência recusou o reconhecimento de Maria Amélia como princesa brasileira, mesmo com a lei afirmando ela deveria ser reconhecida, além disso proibiram mãe e filha de pisarem em solo brasileiro. Com a maioridade de D. Pedro II, a situação mudou e no dia 5 de julho de 1841 Dona Amélia de Leuchtenberg e a Princesa Maria Amélia de Bragança foram reconhecidas como membros da família imperial brasileira.

O SEGUNDO CASAMENTO DE DONA MARIA DA GLÓRIA

Quando Pedro morreu foi um período difícil, pois a Maria da Glória tinha tornado-se rainha aos 15 anos de idade. D. Pedro IV tinha determinado antes de morrer que a Rainha Maria II deveria casar-se com o irmão de D. Amélia o Duque Augusto de Beauharnais. Após o divórcio com Dom Miguel, a Rainha Maria II casou-se com Augusto que tornou-se Príncipe consorte de Portugal.

Condições de compartilhamento: Permitimos o compartilhamento do texto, ou parte dele, desde que cite a fonte desta forma:
RIBEIRO, Sabrina. Imperatriz Amélia de Leuchtenberg (Parte II) A Imperatriz Rosa. Canal Apaixonados por História – Professora Sabrina Ribeiro, São Paulo, 9 de novembro de 2020. Disponível em:
https://apaixonadosporhistoriacanal.com/2020/11/09/imperatriz-amelia-de-leuchtenberg-parte-ii-a-imperatriz-rosa/

Tragicamente, após 2 meses de casados, Augusto começou a sentir fortes dores na garganta, invés de avisar as pessoas que o cercavam que não estava se sentindo bem, o príncipe não contou para ninguém, a inflamação se agravou e o jovem faleceu precocemente. A rainha Maria II tornava-se viúva aos 16 anos.

Dona Amélia ficou arrasada, pois nessa altura já havia perdido seu pai o Príncipe Eugênio, seu avô o Rei Maximiliano, seu marido o Imperador Dom Pedro I e seu irmão o Príncipe Augusto.

Após o falecimento de Augusto, a Rainha Maria II deveria casar-se o mais rápido possível para dar herdeiros a coroa portuguesa.

A INTRIGA

Dona Amélia foi colocada de fora das negociações do terceiro casamento da Rainha Maria II, existiam muitas pessoas que queriam influenciar a rainha a escolher um novo marido.

Sabemos que a Rainha Maria II era parecida fisicamente com Dona Leopoldina, mas sua personalidade era igual a de seu pai Dom Pedro I, a moça era impulsiva, impaciente e divertida. Dizem que logo após a morte de Augusto, ofereceram a rainha uma proposta de casamento com o Duque Maximiliano, outro irmão de Dona Amélia. A resposta da rainha foi a mais inusitada possível, disse que não se casaria com Maximiliano, pois ele tinha cara de batata frita.

Príncipe Maximiliano de Beauharnais (Foto edição pertencente ao Canal Apaixonados por História, para usá-la dê os créditos)

Os nobres e cortesãos que rodeavam a rainha fizeram intrigas entre a monarca e D. Amélia que chegou ao ponto de ser expulsa do palácio.

A Duquesa Amélia foi morar no Palácio de Santa Marta, e estava terminantemente proibida de sair de Portugal, porque enquanto a Rainha Maria II não se casasse e não tivesse filhos a pequena Maria Amélia poderia ser reconhecida como princesa portuguesa. Ela era uma possível herdeira do trono.

Então Dona Amélia e a Princesa Maria Amélia continuaram a viver em Portugal até arrumarem um casamento para a Rainha.

O TERCEIRO CASSAMENTO DA RAINHA MARIA II

Após algumas propostas a Rainha Maria II contraiu matrimônio, dessa vez com um príncipe alemão chamado Dom Fenando. Dona Amélia se deu muito bem com o Príncipe, que ajudou a reaproximar a Rainha e sua madrasta depois desse período de intrigas. Cerca de um ano após o casamento entre a Rainha Maria II e dom Fernando II, a rainha engravidou e Dona Amélia foi convidada para ser madrinha da criança.

DE VOLTA A BAVIERA

Em 1838 Dona Amélia e sua filha Maria Amélia voltaram para a Baviera, saindo do Palácio de Santa Maria a qual transformou em orfanato.

Lá a segunda Imperatriz do Brasil recebeu algumas propostas de casamentos, que a deixaram muito nervosa e ofendida. Na visão de Dona Amélia, se ela se casasse novamente seria uma traição a memória de Dom Pedro e uma falta de respeito com sua filha Maria Amélia.

Juntas, mãe e filha passaram um ano visitando a família, mãe, irmãos mais novos e tias. Foram visitar a Rainha Josefina da Suécia e Noruega e a Rainha Vitória na Inglaterra.

DE VOLTA A PORTUGAL

Em 1839 a duquesa e a princesa voltaram a Portugal, pois a Dona Amélia não queria ficar longe do túmulo de Dom Pedro e Augusto.

Ficaram lá até 1846 a Princesa Maria Amélia cresceu em Portugal durante esse tempo.

A PRINCESA FÍSICA E ASTRÔNOMA

Em 1846 a filha de Dona Amélia e Dom Pedro I, a Princesa Maria Amélia tornou-se uma moça bela e inteligente, ela queria muito estudar física e astronomia. Em Portugal isso não era possível para as mulheres, mas na Baviera ela conseguiu uma autorização para frequentar a Universidade de Munique. Para realizar o desejo da filha Dona Amélia se mudou para Munique e lá viveram de 1846 até 1850 quando a Princesa formou-se. Aliás a Princesa brasileira Maria Amélia de Bragança foi uma das primeiras mulheres do mundo a obter diploma em física e astronomia. Depois disso a moça foi apresentada a corte.

A TRÁGICA MORTE DA FILHA ÚNICA

Estava sendo combinado o casamento entre a princesa Maria Amélia e o arquiduque Maximiliano da Áustria em 1852, eles já haviam se visto quando eram crianças e se gostavam desde então, Maximiliano era completamente apaixonado pela princesa brasileira, mas lamentavelmente logo após dar início aos preparativos do noivado a princesa Maria Amélia passou a mostrar os sintomas da tuberculose, a mesma doença que teria levado seu pais a morte.

A doença fez com que ela e sua mãe se mudassem para o Funchal, na Ilha da Madeira, pois o local tinha fama de ares mais puros e clima mais ameno. Partiram em agosto de 1852.

A mudança para a Ilha da Madeira de nada adiantou e a filha única de Dona Amélia de Leuchtenberg faleceu no dia 4 de fevereiro de 1853, aos 22 anos de idade.

Dona Amélia ficou arrasada, dentre tantas perdas talvez essa tenha sido a mais dolorosa.

Após a morte da filha, D. Amélia tornou-se mais religiosa ainda, dedicando todo o tempo de sua vida as orações e a caridade.

A duquesa deixou suas propriedades na Baviera para o arquiduque Maximiliano:

“a quem [ela] ficaria feliz em ter como genro, se Deus tivesse conservado sua amada filha Maria Amélia”.

Maximiliano passou a vida inteira pensando na Princesa Maria Amélia, a tudo ele atribuía a memória de sua amada noiva falecida. Em 1817 ele veio ao Brasil visitar a pátria da princesa, pois seu maior sonho era conhecer o Brasil e sua família.

A morte da Princesa Maria Amélia repercutiu profundamente sobre sua mãe, que visitou o túmulo da filha incansavelmente todos os anos no dia 4 de fevereiro. Dona Amélia de Leuchtenberg financiou a construção de um hospital no Funchal chamado “Princesa Dona Maria Amélia”.

O Hospital tinha 3 objetivos:

1° Dedicado a tratar a população carente da ilha que acabava contaminada com os doentes que iam lá se tratar.

2º Financiar pesquisas com os melhores médicos da época para tentarem descobrir a cura da tuberculose.

3º E por último transformar o Hospital em orfanato e lar para idosos, após sua morte.

OS ÚLTIMOS ANOS DE DONA AMÉLIA

Como já citamos Dona Amélia ficou transtornada com a morte de sua filha única e voltou a Lisboa em 1853. Ela passou os últimos 20 anos de sua vida no Palácio de Janelas Verdes. Dedicando-se totalmente a religião e as obras de caridade.

Por ironia do destino quem tornou-se sua companheira, tratada até mesmo como filha, foi a Duquesa de Goiás, a mesma que tinha sido afastada da corte e mandada a Paris, filha bastarda de Dom Pedro e Domitila de Castro. A Duquesa de Goiás era uma menina muito gentil e adorável, ela era muito querida por Dona Amélia e pela Duquesa Augusta.

Amélia faleceu em Lisboa no dia 26 de janeiro de 1873, aos sessenta anos.

Como não tinha herdeiros diretos ela deixou a maior parte de seus livros, documentos, propriedades, quadros e joias para sua irmã, a Rainha Josefina da Suécia e Noruega.

A Imperatriz Amélia de Leuchtenberg faleceu em Lisboa no dia 26 de janeiro de 1873, aos 60 anos de idade.

Seus restos mortais jazem na cripta imperial do Monumento à Independência, em São Paulo.

Por Apaixonados por História – Professora Sabrina Ribeiro

O Canal Apaixonados por História foi criado no dia 11 de janeiro de 2020 pela historiadora, pesquisadora e Professora Sabrina Ribeiro.

O principal objetivo do canal é transmitir a fascinante história do Brasil a todos que são apaixonados por história assim como eu.
Todos os vídeos do canal são produzidos e baseados em fontes e livros que são colocados na descrição dos vídeos.
Nosso objetivo é informar a todos sobre histórias que não aprendemos ou aprendemos muito pouco na escola e no Ensino Médio.
Não defendemos ideologias ou partidos políticos.O canal tem um posicionamento neutro sobre esses assuntos. Nosso foco é informar a História.
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